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domingo, 3 de maio de 2015

Castigo - Soneto de Jerson BRITO

A serpe hostil que me atravessa a trilha
E seu olhar feroz, faminto lança
Os medos reprimidos logo alcança
Meu peito deles não se desvencilha

Minh'alma amargurada, maltrapilha
Perante a fera indócil não descansa
Tornou-se tempestade a brisa mansa
Enfim, sucumbo à pérfida armadilha

O sangue escorre triste e lentamente
Nas presas afiadas do inimigo
Que cada sonho sorve vorazmente

Procuro resistir e não consigo
Num brado lacrimoso digo: "em frente!
Se for este, consume-se o castigo!"


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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 31 de março de 2015

Parabéns, TCU Arte! - Poema de Jerson BRITO

Nesta corte de contas há talentos
De valor elevado, tão brilhantes
Enfeitando a mais nobre das estantes
Com as obras que são encantamentos

Despertando indizíveis sentimentos
Deixam marcas profundas, deleitantes
Nos felizes, ridentes visitantes
De cultura e beleza assaz sedentos

Doze meses depois se consolida
O portal dessas lindas raridades
Elixires que dão dulçor à vida

Dos artistas louvando as qualidades
Pulsa em nós alegria sem medida
Ao dizer: Parabéns! Felicidades!


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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Incompletude - Poema de Jerson BRITO

A noite é longa, a solidão lancina
Desesperado, imerso em dor pranteio
Por trilhas lúgubres, cruéis vagueio
Em vão procuro te esquecer... Que sina!

Não mais a lua ao fulgurar fascina
Não mais me causa este jardim enleio
Dos rouxinóis o matinal gorjeio
Perdeu dulçor... Não tenho a ti, menina!

O teu perfume nos lençóis tortura
No triste quarto há gelidez, agrura
Reina a saudade neste aflito peito

Confesso estar cada vez mais te amando
Se me trouxeres teu sorriso brando
Alegrarás nosso incompleto leito



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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Deserto - Poema de Jerson BRITO


Por que tu me cravaste este punhal perverso
Que punge o coração, espalha o desalento?!
Num mar de desespero agora estou imerso
Sentir a tua ausência é meu pior tormento

Queria te abraçar, de novo estar bem perto
Do riso angelical no qual, dorido, penso
Vagando n'aridez deste infeliz deserto
Mais tempo não resisto... Ah, que amargor imenso!

Há trevas, soturnez... Abandonado, choro
Por isso, meu amor, o teu regresso imploro
A cada noite aumenta o lancinante drama

Sofrendo vivo... Enfim, lamento meu castigo
Tu queres que sufoque o grito e não consigo

Insisto enquanto arder em mim aquela chama


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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Lubricidade - Poesia de Jerson BRITO

Desatinado, da loucura envergo o manto
Homem sedento, tua roupa arranco, edace
Vejo um sorriso rutilante em tua face
A celebrar nossa paixão plena de encanto

Na perdição está imerso esse romance
Nele é servido um saboroso e nobre prato
Que degustamos desprovidos de recato
Em nossos olhos o convite: "amor, avance!"

Nos lábios grassa singular lubricidade
Quanto furor, quanta querença, intensidade...
Do paraíso escancaramos os portais

Há lassidão onde o prazer é soberano
Onde o desejo se apresenta ardente, insano
Inebriados, do licor queremos mais

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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Manjares - Poesia de Jerson BRITO

Do dúlcido licor me sirvo e vejo
Real minha quimera em vivas cores
Teus lábios divinais, abrasadores
Despertam-me este lúbrico desejo

A luz do teu sorriso benfazejo
A pele arrepiada, teus olores
De ardor intenso tão reveladores
Das minhas mãos dissipam todo pejo

Degusto nobilíssimos manjares
No corpo em que passeio... Oh, regozijo!
Querida, irei por onde me levares

Na justa exaltação que a ti dirijo
Confesso as sensações particulares
Que neste peito têm esconderijo

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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Poesia de Jerson BRITO

INQUIETUDE

Não vendo o teu sorriso angelical, dorido
No cheiro do lençol procuro um acalento
Sozinho amanhecer tem sido meu tormento
Do encanto nosso quarto há muito está despido

Deixaste este cenário outrora tão bonito
Aos poucos sem vigor, vejo-o desvanecendo
Sem forças pra seguir ante o amargor tremendo
Suplico teu regresso em lamentoso grito

Tu sabes que inda é forte a chama desse afeto
Que enlaça o coração ardendo, resistindo
Sem ti sou infeliz, um homem desinquieto

Ah, como quero estar nos beijos teus haurindo
O vinho que possuis, o meu sabor dileto
Por isso venho aqui... Voltes, meu anjo lindo!

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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Poesia de Jerson BRITO

IMORTAL

Como é féleo o sabor da saudade
Cada sorvo fustiga meu peito
Sem teu cheiro há tristura no leito
Não suporto a feroz frialdade

Vejo estrelas sem cor, claridade
O cenário opulento desfeito
Ressequido o jardim... Foi perfeito
Afligente lembrança me invade

Da luzente expressão me despiste
Pela senda da dor vago triste
Tendo ao lado um abismo medonho

Se tu queres saber vive ainda
A paixão mais intensa e mais linda
Que colore um mirífico sonho


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Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Saudação ao TCU-ARTE - Trova de Jerson BRITO

Uma bela iniciativa
Pra deixar nossa cultura
Sempre em alta, sempre viva
Longe de qualquer clausura
Enalteço os responsáveis
Pelas obras deleitáveis
Na Casa há grandes valores!
Por tão importante espaço
Cumprimento num abraço

Os idealizadores

Jerson Lima de Brito, 40 anos, é natural de Porto Velho/RO. Graduado em Administração e Direito, desde 1996 exerce o cargo de Técnico Federal de Controle Externo na SECEX-RO, tendo participado de algumas Mostras de Talentos do TCU. Neto de nordestinos, na infância teve os primeiros contatos com os versos, lendo os folhetos de cordel que seu pai comprava. Já na fase adulta, depois dos 30 anos, deu os primeiros passos na literatura escrevendo sobretudo cordéis. Posteriormente, aderiu aos sonetos e outras modalidades poéticas. Atualmente, mantém um acervo virtual com dezenas de obras no Recanto das Letras .

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