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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida









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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida


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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida



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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida








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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida









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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Visões do TCU - Fotografias de AVELINA Almeida







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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 19 de maio de 2015

Presentes, em Alto Paraíso (Goiás) - Fotografia de AVELINA Almeida

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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Presentes, em Alto Paraíso (Goiás) - Fotografias de AVELINA Almeida



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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

domingo, 3 de maio de 2015

Presentes, em Alto Paraíso (Goiás) - Fotografias de AVELINA Almeida



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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 28 de abril de 2015

Presentes em Alto Paraíso (Goiás) - Fotografias de AVELINA Almeida







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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Presentes, em Alto Paraíso (Goiás) - Fotografias de AVELINA Almeida








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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 14 de abril de 2015

Presentes - Alto Paraíso (Goiás) - Fotografias de AVELINA Almeida
























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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 7 de abril de 2015

Momentos - Fotografias de AVELINA Almeida















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Avelina Ferreira de Almeida, lotada no Cedoc - Centro de Documentação, do Instituto Serzedello Corrêa. Sou curiosa e apreciadora da arte. Procuro fazer fotos buscando os mais diversos contextos. Já ‘me aventurei’, de forma amadora, no mundo da dança, do teatro, clown, etc. Sempre apreciei o mundo da arte: fotografia, cinema, literatura, música, dança, atividades cômicas, especialmente o ‘universo clown’, teatro, etc. A arte nos possibilita fazer novas reflexões sobre a vida, ao mesmo tempo que nos deleitamos e navegamos nas suas doces águas...

terça-feira, 17 de junho de 2014

Rebelião no Céu - conto de WAUCILON

Rebelião no Céu
Já fazia alguns dias que São Pedro ouvia burburinhos de descontentamento dos moradores do céu, porém nunca quis levar isso ao conhecimento de Deus. Mas tem coisas que não adianta tentar esconder, porque chega um momento que elas vêm à tona, não tem jeito! Ao meio dia, Pedro encontrava-se sentado na guarita da portaria, puxando uma pestana, quando escutou uma gritaria infernal. Levantou-se, ainda meio sonolento e atordoado, correu até o pátio, onde se deparou com uns humanos e outros animais promovendo um ato de protesto. Ele pediu calma e silêncio à turma e perguntou o que estava havendo. Uma comissão se dirigiu ao Santo, entregou-lhe uma pauta de reivindicações e exigiu que a levasse a Deus, imediatamente.
Percebendo a gravidade da situação, São Pedro pôs o documento debaixo do braço e foi atrás do Chefe. Quando chegou à porta do Gabinete, deu três batidinhas breves e, sem esperar autorização, girou a maçaneta e adentrou.  Deus estava deitado na poltrona de visitas tirando o seu sagrado soninho da tarde. Pedro caminhou em sua direção e, propositadamente, esbarrou na lixeira para fazê-lo acordar. Deus levantou a cabeça, esfregou os olhos e bocejando repreendeu - Pedro, eu não já te falei pra tu não me importunar na hora da minha sesta!? Perdão – respondeu o Santo - só estou agindo assim porque a situação exige urgência, há um princípio de tumulto provocado por um bando de animais descontente,  que poderá tomar proporções incontroláveis.
Deus, ainda com a cara inchada de sono, questionou qual era a queixa da galera.  Pedro elencou o rol de reclamações: a rotina, o entediante silêncio, a fadiga da mesmice, a falta de lazer. Não podem ouvir músicas, bater um papinho com o vizinho, entrar no Facebook, jogar, de jeito nenhum! Nem mesmo uma simples “peladinha” é permitida. Reclamam também da ausência de uma política de ascensão e alternância de posições e que a falta de expectativa de ocupar um cargo de direção da casa, ou pelo menos mudar de posto, os deixam desanimados, desmotivados e extremamente abatidos. E tem mais e pior, completou São Pedro -  eles lamentam não poderem se suicidar para escapar daquela letargia insuportável.
O Leão esbraveja o tempo inteiro que não aguenta mais ficar passando as patas, suavemente, na cabeça de uma ovelhinha, que não para de berrar em seus ouvidos, só para figurar nas capas de catecismos como garoto propaganda da paz celestial. Alegou que está cansado de estampar uma falsa carinha de amigo e encenar gestos de amor e carinho. Irritado, disse que a qualquer momento vai estrangular e devorar a sua impertinente coadjuvante.
O Noé, o da barca. O Senhor está lembrado dele? - perguntou Pedro. Deus ficou por alguns instantes vasculhando a memória para localizá-lo e respondeu acenando afirmativamente com a cabeça, mas sem muita convicção. Disse, em tom de pergunta - é aquele que chegou aqui, um dia desses do planeta terra, com o peito inflado de orgulho, contando, com grande estardalhaço, que havia salvado uma bicharada de um alagamentozinho que aconteceu por lá?  - Esse mesmo, respondeu.  - E quais são as suas lamúrias? - questionou Deus.  - Faz coro com os demais, no entanto, o que mais lhe chateia é a falta de revezamento de posições dos lugares. Aos berros e gesticulando uma barbaridade alega, com palavras impróprias para o ambiente santificado, que tá com a bunda em carne viva e doendo pra caralho, por está sentado, na mesma posição, numa nuvenzinha espessa e desconfortável desde que chegou nessa joça.  Não se cansa de falar que  a iniciativa e coragem que teve para salvar uma penca de animais do afogamento fez subir o índice da popularidade do Senhor, que, segundo ele, encontrava-se baixíssima naquele planeta. Inconformado, reivindica um tratamento diferenciado com a alegação de que, pelo seu heroísmo, merece um lugar de destaque, ou pelo menos mais aconchegante. Anda tão nervoso, que vire e mexe chama o Senhor de injusto. Além disso, manifesta um forte sentimento de arrependimento. Resmunga que se soubesse que iria receber como recompensa somente aquela nuvenzinha merreca, teria deixado todo mundo se foder.
Deus ordenou a Pedro que dissesse aos rebeldizinhos que daqui a cem bilhões de anos vai começar a pensar se aquelas reivindicações tem algum fundamento e alertou:  - não esqueça de lembrá-los de que esse tempo, comparado com a eternidade, é como se fosse um segundinho. Dito isso, Deus virou-se pro lado, para concluir o soninho interrompido.
Pedro saiu meio desolado do Gabinete, quando chegou ao Pátio foi recebido com olhares furiosos dos rebelados e uma pergunta uníssona: E aí...o que chefe disse? Pedro falou: Daqui um segundinho Deus vai atendê-los!
A bicharada pulou de alegria e, em coro, gritaram: ei, ei, ei São Pedro é nosso rei.
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Waucilon Carvalho Sousa ingressou no TCU em 1981, atualmente trabalha no ISC.  Alfabetizador voluntário de jovens e adultos desde 1975. Fundador  da escolinha de alfabetização do Tribunal.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Transpantaneira infravermelha - fotos de Márcio HUDSON (3/3)




















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Márcio Hudson é auditor do TCU e trabalhou na Secex/RJ, Secex/MT, Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Secretaria de Comunicação Social do TCU e agora coordena gravações de vídeo-aulas no Instituto Serzedello Corrêa, voltadas para o ensino a distância.

Veja mais fotos infra vermelhas e também a sua coleção de câmaras e projetores de cinema amador (8mm, super-8, single-8, 9.5mm, 16mm) fabricados de 1923 a 1979, no seu Portal.

terça-feira, 8 de abril de 2014

O Amor e o vazio - Conto de WAUCILON

O amor e o vazio

Carol estava no balcão da biblioteca de sua faculdade,  devolvendo o livro As Pontes de Madison, quando Pádua chegou para tomá-lo emprestado.

Os dois se entreolharam e de súbito explodiu uma recíproca atração, não foi possível   disfarçar. Sorriram meio sem graça, começaram a conversar frivolidades e terminaram trocando telefones.
 
No outro dia, Pádua ligou pra Corol, convidando-a para tomar um café, no intervalo das aulas, para trocar impressões sobre o livro. Daí em diante, os encontros foram se sucedendo e antes de Pádua chegar ao último capítulo, os dois já estavam namorando e muito apaixonados. 

Quando terminaram a faculdade casaram-se, cheios de planos e sonhos: viajar, construir uma casa, ter filhos.

No entanto, em pouco tempo de convivência, devido a ciúmes mútuos, o casamento começou a ruir, e dia após dia a situação piorava. Antes mesmo de completarem dois anos de casados, Carol e Pádua se separam, enterrando, assim, os planos  que fizeram e os sonhos que sonharam juntos.

Embora o relacionamento já estivesse bastante desgastado, o rompimento foi muito doloroso. Para diminuir o sofrimento, Carol resolveu mudar de ares, foi morar uma temporada em São Paulo. Só retornou à Brasília quatro anos depois. Durante todo esse tempo, não teve notícias de Pádua.

Um dia, Carol estava almoçando na praça de alimentação do Park Shopping, quando de repente vê Pádua na fila de um restaurante. Ficou meio cabisbaixo, pois não queria que ele lhe visse. Continuou comendo, mas olhando, de través, que direção Pádua iria tomar. Ficou aliviada quando ele se sentou distante, meio de costas, de modo que Carol o via sem ser vista.

Ela então fez uma retrospectiva acompanhada de reflexões. Lembrou do dia em que o conheceu no balcão da biblioteca e da incontida atração que ele lhe provocou. Das emocionantes e divertidas travessuras: as fugidas da faculdade para os motéis; as maravilhosas viagens que fizeram; as gargalhadas que deram pelos episódios bizarros que se envolveram, os filmes que assistiram, jogando pipocas um no outro. Recordou das juras e sonhos que não se concretizaram, do amor que deixaram morrer e dos filhos que não tiveram.

E agora está aquele mesmo homem ali, em sua frente, sem fazê-la sentir nada,  absolutamente nada. Nenhum sentimento se move: nem de amor, nem de ressentimento, nem de raiva, nem de rancor, nem de desprezo. O que restou de tudo foi somente uma enorme indiferença. E o mais triste, Carol não deseja mais sentir o que um dia sentiu por Pádua e por mais ninguém. Quer deixar desocupado, para sempre, aquele vazio interior. 

A vontade de permanecer daquele jeito, não ter mais sentimentos, o desejo de nunca mais ter desejo, de viver tudo que viveu sufocou-lhe, provocando uma grande aflição. Quando imaginou que o Pádua pudesse está sentindo, também, toda aquela apatia por ela, foi tomada por uma profunda angústia. E em meio aquele tormento interior, levantou-se e desapareceu andando entre as pessoas.

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Waucilon Carvalho Sousa ingressou no TCU em 1981, atualmente trabalha no ISC.  Alfabetizador, voluntário, de jovens e adultos, desde 1975. Fundador  da escolinha de alfabetização do Tribunal.

Transpantaneira infravermelha - fotos de Márcio HUDSON (2/3)
















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Márcio Hudson é auditor do TCU e trabalhou na Secex/RJ, Secex/MT, Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Secretaria de Comunicação Social do TCU e agora coordena gravações de vídeo-aulas no Instituto Serzedello Corrêa, voltadas para o ensino a distância.

Veja mais fotos infra vermelhas e também a sua coleção de câmaras e projetores de cinema amador (8mm, super-8, single-8, 9.5mm, 16mm) fabricados de 1923 a 1979, no seu Portal.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Transpantaneira infravermelha - fotos de Márcio HUDSON (1/3)















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Márcio Hudson é auditor do TCU e trabalhou na Secex/RJ, Secex/MT, Espaço Cultural Marcantonio Vilaça, Secretaria de Comunicação Social do TCU e agora coordena gravações de vídeo-aulas no Instituto Serzedello Corrêa, voltadas para o ensino a distância.


Veja mais fotos infra vermelhas e também a sua coleção de câmaras e projetores de cinema amador (8mm, super-8, single-8, 9.5mm, 16mm) fabricados de 1923 a 1979, no seu Portal.

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